Arte e Fotografia

 

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A nave de combate Temerário em sua última viagem para o ancoradouro, seu desmonte foi em 1838. Pintura a óleo do artista Inglês JMW Turner. Foi pintado em 1838 e exibido na Royal Academy em 1839. Ela retrata um dos últimos navios de segunda categoria da linha que lutaram as guerras Napoleônicas (Batalha de Trafalgar), em 1805, o navio continha 98 canhões , na pintura ele está sendo rebocado por um rebocador a vapor de roda de pás para a sua vaga na final em Rotherhithe sudeste de Londres, em 1838. Esta pintura encontra-se no National Gallery, em Londres, ela foi doada pelo próprio artista em 1851. Pessoalmente o que me atrai nesta pintura é o destino trágico que mesmo os mais bravos dos navios tiveram com o tempo e a evolução da marinha inglesa. O Temerário também tem uma história super controversa, já foi alvo de motins e tentativa de alta traição.

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Os desenhos do Escher sempre me encantaram, é intrigante que os seus desenhos tenham sempre um significado diferente dependendo da perspectiva que você os veja. Este é um dos meus preferidos.

“Três planos de gravitação agem aqui verticalmente uns sobre os outros. Três superfícies terrestres, vivendo em cada uma delas seres humanos, intersectam-se em ângulo recto. Dois habitantes de mundos diferentes não podem andar, sentar-se ou ficar em pé no mesmo solo, pois a sua concepção de horizontal e vertical não se conjuga. Eles podem, contudo, usar a mesma escada. Na escada mais alta das aqui representadas, movem-se, lado a lado, duas pessoas na mesma direção. Todavia, uma desce e a outra sobe. É claramente impossível um contacto entre ambas, pois vivem em mundos diferentes e não sabem, portanto, da existência uma da outra.”

(M.C. Escher)

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 A Criação de Adão é um afresco de 280 cm x 570 cm, pintado por Michelangelo Buonarotti por volta de 1511, que figura no teto da Capela Sistina. A cena representa um episódio do Livro do Gênesis no qual Deus cria o primeiro homem: Adão.

Deus é representado como um ancião barbudo envolto em um manto que divide com alguns anjos. Seu braço esquerdo está abraçado a uma figura feminina, normalmente interpretada como Eva – que ainda não foi criada e, figuradamente, espera no céu para ganhar uma forma humana. O braço direito de Deus está esticado para criar o poder da vida de seu próprio dedo para Adão, o qual está com o braço esquerdo estendido em contraposição ao do criador. Os dedos de Adão e de Deus estão separados por uma pequena distância.

A composição é obviamente artística e não literal, já que Adão é capaz de alcançar Deus mesmo antes de ter ganho vida. Pela mesma razão, Eva é vista representada antes de sua própria criação. Esse motivo levou algumas pessoas a acreditar que a figura feminina fosse a primeira esposa mística de Adão, Lilith; Entretanto, essa interpretação não faz o menor sentido por Lilith também ter sido criada depois de Adão.

As posições de Deus e Adão, a pintura do braço direito de Deus e esquerdo de Adão são quase idênticas e representam o fato de que, como diz o Gênesis 1:27, “Deus criou o homem à sua imagem e semelhança”.

O dedo indicador de Adão, a mais famosa representação do afresco, não é de facto um trabalho de Michelangelo. Ele foi danificado durante reparos de um desabamento em meados do século XVI e foi repintado por um restaurador do Vaticano.

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A Revolução Constitucionalista de 1932, Revolução de 1932 ou Guerra Paulista, foi o movimento armado ocorrido no Estado de São Paulo, Brasil, entre os meses de julho e outubro de 1932, que tinha por objetivo a derrubada do Governo Provisório de Getúlio Vargas e a promulgação de uma nova constituição para o Brasil4 .

Foi uma resposta paulista à Revolução de 1930, a qual acabou com a autonomia de que os estados gozavam durante a vigência da Constituição de 1891. A Revolução de 1930 impediu a posse do ex-presidente (atualmente denomina-se governador) do estado de São Paulo, Júlio Prestes, na presidência da República e derrubou do poder o presidente da república Washington Luís colocando fim à República Velha5 , invalidando a Constituição de 1891 e instaurando o Governo Provisório, chefiado pelo candidato derrotado das eleições de 1930, Getúlio Vargas.6

Atualmente, o dia 9 de julho, que marca o início da Revolução de 1932, é a data cívica mais importante do estado de São Paulo e feriado estadual. Os paulistas consideram a Revolução de 1932 como sendo o maior movimento cívico de sua história.

Uma Berlim “translúcida”

 

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A Estação Central de Berlim (em alemão: Berlin Hauptbahnhof) é maior estação ferroviária de interseção em múltiplos níveis da Europa.

Em Spreebogen encontra-se a maior e mais moderna estação de passagem de trens da União Europeia, combinando a arquitetura arrojada com as exigências de mobilidade do século XXI. Diariamente, cerca de 1.100 trens de longa-distância, regionais e do metrô circulam nas 14 plataformas distribuídas em dois níveis diferentes.

Com a nova estação de Berlim, a baldeação de trens se tornou mais fácil e as viagens, mais curtas. O design moderno melhorou a qualidade dos serviços oferecidos, permitindo maior conveniência e segurança aos usuários.

Logo após a queda do Muro de Berlim, em 1989, os urbanistas do Senado Alemão iniciaram o desenvolvimento de um projeto de transportes públicos para a então “Berlim unificada”. Este projeto levou à criação do “conceito cogumelo”, que previa uma “estação de cruzamento de trens” no lugar da antiga Lehrter Stadtbahnhof. Dentre as premissas deste conceito, ela deveria servir tanto como estação de longa-distância como regional, oferecendo a opção de baldeação para o Marcus Bredt / gmp trecho férreo local e o metrô. Em junho de 1992, o Governo aprovou sua construção e lançou o concurso para a escolha do projeto arquitetônico para a Estação de Lehrte, também chamada de Estação Central de Berlim.

Erguida em local histórico no Distrito de Tiergarten, a Estação Lehrte chama a atenção por sua portentosa arquitetura filigranada, composta basicamente por estruturas em aço e vidro. Espaçosa e repleta de luz natural, que adentra os ambientes através dos átrios envidraçados, a estação se destaca na paisagem berlinense unificada e serve como símbolo do elo entre as áreas antes separadas pelo muro.

O saguão da estação é formado por duas estruturas arqueadas de 46 m de altura que acentuam a característica em formato de cruz da estação. Para os arquitetos da Gerkan, Marg & Partners – GMP, de Hamburgo, o fator determinante da concepção arquitetônica do projeto era a importância da nova estação ser a interface de uma Europa que se torna cada vez mais integrada.

Outra característica do projeto é a opção pela transparência nas coberturas e paredes laterais, que, segundo os arquitetos Meinhard von Gerkan e Jürgen Hillmer, foi pensada para permitir que seus usuários encontrem seus destinos com facilidade.

A nova estação tem uma área total de 175 mil m², divididos entre lojas e gastronomia (15 mil m²); escritórios (50 mil m²); uso ferroviário operacional (5.500 m²); e circulação (21 mil m²). As plataformas cobrem uma área de 32 mil m² e a garagem compreende 25 mil m².