Literatura

Este pedaço do meu blog é dedicado ao Prazer da Leitura, o qual tem por objetivo divulgar alguns dos livros que eu li, que estou lendo e livros que eu quero ler. Bem como a disponibilização de informações relacionadas à literatura e à cultura em geral.

Este foi um dos primeiros livros que li quando ainda criança. Afanei da biblioteca do meu avô João, depois do Sidarta li vários livros do Herman Hese, mas nenhum me tocou tanto quanto este livro.

sidarta

Síntese

As histórias de Sidarta e de Buda se confundem. Nascido na Índia, no século 6º a.C., filho da aristocracia religiosa dos brâmanes, Sidarta passa a infância e a juventude isolado das misérias do mundo, gozando a existência calma e contemplativa que sua condição de casta lhe permitia. A certa altura, porém, abdica da vida luxuosa, protegida, e parte em peregrinação pelo país, onde a pobreza e o sofrimento eram regra.

Em sua longa parábola existencial, Sidarta experimenta de tudo, usufruindo tanto as maravilhas do sexo e da carne quanto a ascese e o jejum absolutos. Entre os intensos prazeres e as privações extremas, termina por descobrir “o caminho do meio”, libertando-se dos apelos dos sentidos e encontrando a senda da iluminação interior.

Este romance do alemão Hermann Hesse tornou-se livro de cabeceira de várias gerações, principalmente durante os anos 1960 e 1970, quando os beatniks e mais tarde os hippies o elegeram como libelo contra o American way of life, que ia tomando conta do Ocidente. A própria busca de Hesse pelas filosofias orientais já expressava essa recusa por uma cultura recém-saída do massacre da Primeira Guerra Mundial.

 

Alguns livros que li e gostei

Sidarta – Herman Hesse, Proteu – Morris West, A Divina Comédia – Dante, O Peregrino – John Bunyan, Minha Luta – AH, Long Walk to Freedom – Mandela, Os Titãns – Emil Ludwig, Fausto – Goethe, A montanha mágica – Thomas Mann, Harry Potter – A série – JK Rolling, As crônicas de Sharpe – A série – Bernard Cornwell, As Guerras Saxônicas – A Série – Bernard Cornwell, Azincort – Bernard Cornwell, O Forte – Bernard Cornwell, Romanos – Karl Barth, O Discipulado – Dietrich Bohnhoeffer.

 

Poderia citar vários outros, mas para começar estes estão entre os meus preferidos.